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Duas aves são roubadas da Bica, em João Pessoa

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A Bica, em João Pessoa, terá o mês voltado para diversão das crianças em férias. Foto: divulgação/secom-jp.

Parque Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa | Foto: Divulgação

Uma denúncia anônima reportou o roubo de duas aves da Bica, como é conhecido o Parque Arruda Câmara, zoológico de João Pessoa, na manhã deste domingo (29). De acordo com o secretário do Meio Ambiente de João Pessoa, Wellison Silveira, os animais levados são um papagaio verdadeiro e uma arara-vermelha. 

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“A gente se deparou na manhã de domingo com essa informação de que duas aves do nosso plantel de animais haviam sido furtadas. Adotamos todas as medidas de segurança, fizemos boletim de ocorrência e nos reunimos com a Polícia Civil e com a Secretaria de Segurança do município. Iremos adotar medidas para instalar câmeras de segurança, aumentar o nosso efetivo da guarda municipal e fazer também investigações”, disse o secretário, em entrevista à rádio CBN João Pessoa na manhã desta segunda-feira (30).

Alerta para compra e venda de animais silvestres

O secretário do Meio Ambiente de João Pessoa ainda alerta para que não haja a compra e venda de animais silvestres, tendo em vista que a ação consta como crime de acordo com a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98)

“É crime ambiental, previsto na Lei 9.605, que prevê detenção de 6 meses a um ano. Além da infração administrativa passível de multa”, afirma Wellison. “A gente alerta as pessoas para que não comprem. […] Não existe venda de animais silvestres. Existem ações para que animais que estão impossibilitados de retornar à natureza sejam encaminhados para locais apropriados, como o nosso Parque Arruda Câmara”.

Segundo ele, as pessoas podem ajudar a recuperar as aves roubadas da Bica através de informações, caso flagrem um papagaio real ou uma arara-vermelha sendo comercializados em feiras e outros locais.

“As pessoas podem ajudar trazendo informações através de feiras de trocas, através dessas comercializações. Afinal de contas, não é comum ter um animal silvestre sendo comercializado. A gente sabe que o suspeito dessas ações fez isso buscando ter algum tipo de renda vendendo esses animais, o que é totalmente reprovável”, explicou o secretário.

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