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Justiça da Paraíba bloqueia mais de R$ 3 milhões de empresas ‘fantasmas’ de organização criminosa

CBN Paraíba

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Justiça da Paraíba bloqueia mais de R$ 3 milhões de empresas ‘fantasmas’ do tráfico – Foto: Polícia Civil.

A Justiça da Paraíba bloqueou mais de R$ 3 milhões de empresas investigadas como ‘fantasmas’ utilizadas por uma organização criminosa do estado e que foram registradas em São Paulo e no Amazonas, nesta segunda-feira (28).

Em 23 de julho, 27 pessoas foram presas em diversas cidades da Paraíba em uma operação chamada de “Hope”, que também cumpriu 47 mandados de busca e apreensão no estado e tem como objetivo desarticular o crime organizado.

Conforme as investigações da Polícia Civil, uma suposta distribuidora de bebidas no município de Tabatinga, no Amazonas, que fica localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, utilizou o dinheiro do tráfico de drogas da organização. No endereço registrado da empresa, policiais encontraram um galpão vazio. Cerca de R$ 2.755.972,40 foram bloqueados pela justiça, com base nas investigações da operação.

Em São Paulo, a outra empresa que também teve as contas bloqueadas apresentava como atividade a manutenção de máquinas e equipamentos. Dessa empresa, a justiça bloqueou a quantia de R$ 800 mil, além de R$ 100 mil bloqueados de contas pessoais dos investigados presos.

A operação

Uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público da Paraíba cumpriu 25 mandados de prisão, além de outros 45 mandados judiciais. A operação aconteceu nas cidades de João Pessoa, Santa Rita, Conde, Campina Grande e Remígio.

No total, foram 200 agentes envolvidos na operação, cujas investigações tiveram início em 2024. Em janeiro de 2025, as investigações chegaram a uma das lideranças do grupo criminoso, na zona rural de Campina Grande. A partir desta prisão, segundo a Polícia Civil, foi possível identificar toda a rede logística e operacional do grupo.

A investigação é conjunta entre a Policia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Delegacia Especializada de Combate à Circulação e Comercialização Ilegal de Arma de Fogo, Munições e Explosivos (Desarme) Unidade de Inteligência (Unintelpol), e do Ministério Público da Paraíba, através do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).

A operação tem o apoio da Secretaria da Administração Penitenciária e da DIOP – Diretoria da Unidade de Operações da Polícia Civil.

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