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Como usar o ECA como repertório na redação do Enem

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					Como usar o ECA como repertório na redação do Enem

Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é ferramenta útil para fundamentar argumentos sobre temas de educação, políticas públicas e proteção infantil..

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A redação do Enem exige que o candidato siga uma estrutura bem clara: introdução, desenvolvimento e proposta de intervenção. Nesse sentido, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é uma ferramenta útil para fundamentar argumentos, pois garante direitos de crianças e adolescentes e permite sustentar ideias sobre temas de educação, políticas públicas e proteção infantil. 


A professora de redação Josy Kelly explica:

Citação

O Enem, na estrutura da redação dissertativa-argumentativa, cobra do candidato um repertório legitimado, pertinente e produtivo. Por esse motivo, o uso de leis, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é uma excelente estratégia para fundamentar a sua opinião

Josy Kelly – Professora de redação


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Como apresentar o ECA na introdução

Segundo Josy Kelly, a introdução deve apresentar a definição da lei antes de desenvolver a tese e os argumentos. Um exemplo dado pela professora mostra como contextualizar o tema:

“O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é o conjunto de leis que garante os direitos fundamentais de crianças e adolescentes no Brasil. Entretanto, apesar das garantias previstas na lei, o público infantil ainda enfrenta condições de vulnerabilidade no Brasil, principalmente quando expostas nas redes sociais. Dessa forma, a negligência estatal e a ausência familiar são fatores que contribuem para a invisibilidade do problema.”

Nesse primeiro momento, o ECA serve para situar o leitor e introduzir o argumento central do texto.

Como usar o ECA no desenvolvimento

No desenvolvimento, o candidato aprofunda os argumentos apresentados na introdução. A lei deve dialogar diretamente com o problema. Veja um exemplo:

“De acordo com o ECA, é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde e à educação. No entanto, esse princípio é frequentemente negligenciado, como se observa nos mais variados vídeos publicados nas redes sociais. Consequentemente, essa superexposição explicita a falta de fiscalização por parte das autoridades e da própria família, visto que a criança perde a sua infância e momentos de lazer com os colegas para estar ‘se exibindo’ em plataformas públicas, ocasionando uma adultização.”

Com isso, o candidato consegue embasar argumentos concretos e mostrar compreensão da lei.

Como incluir o ECA na proposta de intervenção

Na proposta de intervenção, é importante indicar ações concretas ligadas à lei. A professora de redação sugere:

“O Ministério da Educação deve promover ações que garantam o cumprimento das normas do ECA.”

Essa menção demonstra conhecimento da legislação e aplica o repertório legal à prática, fortalecendo a redação.

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