O movimento, construído ao longo de anos por artistas, pesquisadores e defensores da cultura nordestina, busca não apenas reconhecimento, mas também garantir a preservação e a continuidade dessa tradição centenária. Para falar sobre a importância desse marco, os desafios enfrentados e os impactos desse reconhecimento para o futuro do forró, conversamos com Joana Alves, presidenta da associação cultural balaio nordeste, uma das protagonistas dessa mobilização.
Homens morrem eletrocutados em corrida do Dia do Trabalhador em Guarabira
Dois homens morreram eletrocutados na manhã desta sexta-feira, primeiro de maio, pouco antes do início…



