Após desabamento de muro do Santuário da Penha, Defesa Civil interdita parte da área – Foto: Divulgação.
Após o desabamento de parte do muro do Santuário de Nossa Senhora da Penha, na Praia da Penha, em João Pessoa, a Defesa Civil interditou a área da balaustrada do local, nesta sexta-feira (24). A informação foi confirmada pelo órgão por meio de nota.
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De acordo com a Defesa Civil, a medida tem caráter preventivo e visa restringir o estacionamento e tráfego de veículos no local para garantir a segurança dos frequentadores.
Em paralelo, a Defesa Civil também recomendou à Paróquia de Nossa Senhora da Penha que seja feita a remoção de um contêiner instalado no local. O objetivo é evitar a sobrecarga na estrutura e reduzir riscos.
“É importante que todos compreendam, que a decisão pela interdição do estacionamento próximo à balaustrada do Santuário de Nossa Senhora da Penha, não é por mero capricho, mas por estarem identificados riscos iminentes, que podem atingir frequentadores do trecho. A medida é preventiva e a adoção de outras mitigadoras estão sendo recomendadas aos órgãos e instituições responsáveis pela manutenção do espaço”, disse o coordenador de Proteção e Defesa Civil, Kelson Chaves.
Com essa interdição da área, o estacionamento na balaustrada passa a ser proibido até que a medida definitiva seja concluída. A orientação é que os motoristas utilizem outros espaços destinados ao estacionamento nas áreas próximas do santuário e respeitem a sinalização instalada.
O desabamento
Parte do muro do Santuário de Nossa Senhora da Penha, na Praia da Penha, em João Pessoa, desabou na manhã da quinta-feira (23). A área foi isolada para garantir a segurança dos visitantes. Não houve feridos.
O santuário é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep) e está entre os principais pontos turísticos e religiosos da capital paraibana, recebendo visitantes diariamente.
A Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra) informou no dia do ocorrido que realizou o isolamento da área, mas afirmou que a recuperação do muro não é de responsabilidade do município, por se tratar de um bem pertencente à Igreja Católica.
