A situação de Hulk ganhou novos desdobramentos. Atlético-MG e Fluminense passaram a tratar diretamente sobre o futuro do atacante, em um movimento que altera o rumo das conversas conduzidas até então pelo estafe do jogador.
Pedro Souza / Atlético-MG
Na noite de terça-feira, a representante de Hulk, Marisa Alija, comunicou o encerramento das negociações conduzidas por ela. A partir desse momento, o diálogo passou a ser feito entre as diretorias dos clubes. O acionista da SAF do Atlético-MG, Rafael Menin, manteve contato com Mário Bittencourt, ex-presidente do Fluminense e atualmente colaborador da gestão tricolor.
Na conversa, o dirigente do Galo sinalizou que o clube está disposto a negociar o atacante, desde que haja compensação financeira. A multa rescisória prevista em contrato para a saída de Hulk é de R$ 60 milhões, mas existe a possibilidade de flexibilização desse valor para viabilizar um acordo entre as partes. Na quarta-feira (7), houve novo contato entre os clubes. O Atlético-MG designou o executivo de futebol Paulo Bracks para conduzir as tratativas com o Fluminense e discutir os termos de uma eventual transferência.
Foto: Pedro Souza / Atlético. Pedro Souza
Paralelamente às conversas entre os clubes, o estafe de Hulk definiu que o jogador seguirá cumprindo o contrato com o Atlético-MG até o fim de 2026. Após manifestação do atacante nas redes sociais, os representantes descartaram acionar a cláusula de renovação automática por mais um ano, condicionada à participação do jogador em pelo menos 50% das partidas do Galo na temporada.
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