Neste mês de março, a Rede Paraíba de Comunicação reforça a importância de combater, de forma urgente, qualquer tipo de violência contra a mulher. E uma dessas violências é, sem dúvida alguma, a obstétrica.
Trata-se do desrespeito, abuso ou maus-tratos sofridos por gestantes durante o pré-natal, parto ou pós-parto, incluindo agressões verbais, procedimentos dolorosos sem consentimento, recusa de alívio da dor, cesáreas desnecessárias ou negação do acompanhante. Afeta cerca de uma em cada quatro gestantes no país, com maior incidência no SUS, segundo o Ministério da Saúde.
Essa semana fez um ano da denúncia do caso Isea, como ficou conhecida a investigação de uma suposta negligência médica que resultou na morte de um bebê na maternidade Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. Pouco depois da denúncia, a mãe do bebê, Maria Danielle Cristina Morais, que também teve o útero retirado no parto, morreu. Um ano depois, o inquérito policial que investiga o caso ainda não foi concluído. A psicóloga obstétrica Jéssica Oliveira conversou sobre o assunto com a jornalista Mayara Medeiros. Ouça na íntegra:




