João Azevêdo chegou ao segundo mandato como governador da Paraíba depois de uma eleição marcada pela disputa acirrada, pela fragmentação da oposição e pela necessidade de levar a campanha para um segundo turno. Engenheiro civil e ex-secretário nos governos de Ricardo Coutinho, João Azevêdo havia vencido a eleição de 2018 ainda no primeiro turno e, quatro anos depois, voltou às urnas em busca da continuidade do projeto político.
A reeleição aconteceu depois de um período marcado por crises internas, mudanças partidárias e pela pandemia de Covid-19. Com a doença sob controle e de volta ao antigo partido, o PSB, João Azevêdo apresentou a continuidade do governo como o caminho para ampliar políticas públicas e investimentos no estado.
No período, houve ainda algumas questões relativas ao Caso Padre Zé e também a segurança pública no estado, que foi tema nacional através de reportagens no Fantástico, da TV Globo.
Esta reportagem é o último episódio da série especial “Governadores: A História do Executivo na Paraíba”, projeto original do Jornal da Paraíba e da Rádio CBN, idealizado pelo repórter Guilherme Bezerra e com reportagens do repórter Gustavo Demétrio.
O último episódio do podcast está disponível no Spotify e em todas as plataformas de áudio. OUÇA ACIMA!
A disputa pela reeleição
João Azevêdo como governador da Paraíba – Foto: Reprodução/ALPB.
A campanha de 2022 reuniu uma quantidade maior de candidaturas do que a eleição anterior. Além de João Azevêdo, disputaram o governo da Paraíba Veneziano Vital do Rêgo, do MDB; Nilvan Ferreira, do PL; Major Fábio, do PRTB; Antônio Nascimento, do PSTU; Adjany Simplício, do PSOL; e Pedro Cunha Lima, do PSDB.
Para a nova disputa, João Azevêdo passou a contar também com Lucas Ribeiro como candidato a vice. Na época, o atual governador era vice-prefeito de Campina Grande e representava uma aproximação com um grupo que havia apoiado o adversário de João na eleição anterior.
“Minha relação com o governador (João) sempre foi de muito respeito, de muita confiança, de muita parceria, porque a gente tem a plena consciência de que existe algo muito maior que nos une, uma causa maior do que todos nós, que é o nosso estado”, disse Lucas Ribeiro em entrevista especial para a reportagem.
A algumas semanas da votação, João aparecia com 35% das intenções de voto na pesquisa Ipec. A quantidade de candidatos, porém, e o crescimento de Pedro Cunha Lima tornavam mais difícil uma vitória no primeiro turno, como havia acontecido na eleição de 2018. João Azevêdo afirmou que não tinha dúvidas de que chegaria ao segundo turno.
“Em 2018, você tinha quatro candidaturas. Mas quando você chega em 2022, você tinha candidaturas de Veneziano, de Pedro, a minha, a de Nilvan. Quando você pegava as pesquisas, você percebia que essas quatro postulações tinham números que cada uma pontuava bem. Em nenhum momento eu tive dúvida de que eu estaria no segundo turno, porque mesmo nas pesquisas feitas pelos adversários, em nenhuma pesquisa eu deixei de estar em primeiro lugar”, disse.
Os cálculos se confirmaram nas urnas. João Azevêdo terminou o primeiro turno com 39,65% dos votos válidos e garantiu a vaga na segunda etapa da eleição. Pedro Cunha Lima ficou em segundo lugar, com mais de 500 mil votos e 23%.
Na segunda votação, João foi reeleito com 52,51% dos votos válidos, ultrapassando a marca de 1,2 milhão de votos. Pedro Cunha Lima terminou com 47%.
O resultado, no entanto, mostrou uma divisão regional do eleitorado paraibano. Pedro venceu em cidades como João Pessoa, Santa Rita e Campina Grande, que têm grandes populações, enquanto João Azevêdo teve desempenho suficiente no Sertão e em outras regiões do interior para garantir a recondução ao Palácio da Redenção.
Após a vitória, João atribuiu o resultado à compreensão do eleitorado sobre o projeto que estava em curso.
“A população entendeu o recado. A população entendeu a mensagem. Essa população que nos deu essa diferença extraordinária sabe como esse projeto que nós conduzimos faz bem à Paraíba. É por isso que nós tivemos essa diferença tão significativa numa eleição extremamente competitiva, disputada, porque tinham três candidatos opositores que pontuavam bem nas pesquisas”, disse João Azevêdo.
Em 1º de janeiro de 2023, João Azevêdo e Lucas Ribeiro tomaram posse para o segundo mandato. No discurso, o governador destacou os desafios enfrentados durante os primeiros quatro anos, principalmente durante a pandemia.
Um novo governo e a discussão sobre impostos
Reunião sobre ICMS do governo da Paraíba – Foto: Reprodução.
Logo no início do segundo mandato, uma das principais pautas de repercussão foi o aumento da alíquota do ICMS na Paraíba.
O deputado estadual George Moraes, líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), criticou a medida e afirmou que ela prejudicaria empreendedores, afastaria novas indústrias e reduziria a competitividade do setor produtivo paraibano.
“A oposição votou maciçamente contra, inclusive o voto do deputado George Moraes. Porém, a base governista aprovou prejudicando os empreendedores, afastando novas indústrias, novos empregos na Paraíba, diminuindo a competitividade do empreendedor paraibano”, afirmou George Morais em entrevista especial para a série.
Em setembro de 2023, a Assembleia Legislativa aprovou o projeto enviado pelo governo estadual que elevou de 18% para 20% a alíquota do ICMS sobre circulação de mercadorias e serviços a partir de 2024, apesar da resistência da oposição.
O secretário da Fazenda estadual à época, Marivaldo Laureano, defendeu a medida como necessária para evitar perdas na arrecadação a partir de 2029. A lei foi sancionada por João Azevêdo dois dias depois da aprovação pelo Legislativo.
O governador passou a responder às críticas sobre a alíquota sempre que o assunto voltava ao debate público. O governador também relacionou a discussão à reforma tributária em andamento no país.
“Se fala muito que na Paraíba tem o ICMS mais caro do Nordeste, o que é uma falácia. Ele é o menor, ele é 20%. E os estados Nordeste tem percentual de ICMS chegando até 23%. E o menor patamar é 20%, que é o patamar que a Paraíba cobra. Então, essas coisas, elas precisam ser ditas, evidentemente, para que a gente possa deixar a população mais informada e mais esclarecida”, afirmou João à época das discussões.
Um antigo projeto sai do papel
Polo Turístico do Cabo Branco – Foto: Companhia do Desenvolvimento da Paraíba.
Uma das principais marcas do segundo mandato foi a retomada de um projeto que atravessou diferentes governos: o Polo Turístico Cabo Branco. A história começou em 1989, durante o governo de Tarcísio Burity. Na época, o governador defendia a implantação de um polo que combinasse desenvolvimento turístico e proteção ambiental.
“Com o polo turístico que nós estamos implantando, esse polo, todo ele, foi rigorosamente planejado e assistido por empresas especializadas, porque ele tem por objetivo unir exatamente o turismo com a proteção à ecologia”, disse Tarcísio Burity em entrevista exibida em rede nacional à época.
O projeto enfrentou diferentes períodos de paralisação e discussões ambientais até voltar a avançar durante o governo de João Azevêdo.
Em abril de 2026, a Companhia de Desenvolvimento da Paraíba anunciou a assinatura do contrato para a instalação do 12º empreendimento do Polo Turístico Cabo Branco. O projeto reúne hotelaria e tecnologia e prevê investimento inicial de R$ 322 milhões, com a geração de 610 empregos diretos.
Ao longo do segundo mandato, outros empreendimentos foram anunciados para a área, entre hotéis, parques e resorts.
“Quando nós decidimos que o Polo Turístico Cabo Branco sairia do papel, nós fomos para dentro e fizemos ele sair do papel. Hoje ele é uma realidade. Tem lá os hotéis, parques sendo construídos, tem o hotel funcionando, e ali serão gerados 20 mil empregos”, afirmou João Azevêdo.
Na década de 1980, a região ainda tinha acesso restrito e grandes áreas pertenciam ao governo estadual. O projeto concebido no governo Burity buscava justamente transformar aquele espaço.
A tendência do Turismo na Paraíba
Orla em Cabedelo, na Paraíba – Foto: Secom/Cabedelo.
O avanço do Polo Turístico coincidiu com um período de crescimento da visibilidade de João Pessoa e da Paraíba no cenário nacional. A apresentadora Ana Maria Braga foi uma das personalidades que passaram a destacar as belezas naturais do estado, em rede nacional.
“Eu escuto muito que diz assim, do nada a Paraíba ficou conhecida. Escuto muito isso. Eu digo, não, foi muito trabalho e muito investimento”, afirmou Rosália Lucas, secretária de Turismo da Paraíba durante o segundo mandato de João Azevêdo, em entrevista especial para a série.
A estratégia do governo, segundo a secretária, também envolveu ampliar a divulgação do estado entre operadores e eventos do setor.
“E vimos que pensávamos ampliar os investimentos de promoção da Paraíba pra que a gente tivesse uma força maior, uma presença maior nas operadoras, nas feiras de turismo nacionais e internacionais”, disse Rosália Lucas.
Entre janeiro e março de 2025, o setor de turismo movimentou R$ 244 milhões na Paraíba, de acordo com dados divulgados pela Fecomércio com base em informações do IBGE.
O fluxo de passageiros também cresceu. Em 2021, foram cerca de 700 mil passageiros somando os aeroportos de João Pessoa e Campina Grande. Em dezembro de 2025, o número chegou a 2 milhões de passageiros nos dois aeroportos.
Problemas na segurança pública
Enquanto o turismo passou a ocupar espaço positivo no noticiário, a segurança pública continuou como uma das áreas de maior preocupação no estado. Em Cabedelo, críticas da oposição apontaram para o avanço das organizações criminosas e para a sensação de insegurança.
“Na insegurança pública, a Paraíba hoje vive com medo. Paraibano hoje vive trancafiado nas suas casas, enquanto as facções criminosas, as organizações tomam conta das ruas, à luz do dia, sem nenhuma ação efetiva do governo do estado, que, ao revés, desvaloriza os profissionais de segurança pública, pagando o segundo pior salário do Brasil aos nossos policiais”, afirmou George Morais para a reportagem.
Em 2026, João Azevêdo defendeu os resultados de sua gestão na área. O governador afirmou que os crimes violentos caíram 25% e que 39 municípios passaram um ano sem registros de crimes violentos letais. Também destacou investimentos na estrutura policial e na investigação.
O professor de Direito e especialista em Segurança Pública José Maria Nóbrega avaliou, em entrevista para a série, que houve redução nos crimes contra a vida, mas apontou problemas persistentes nos crimes patrimoniais.
“Analisando as mortes violentas intencionais, que são os homicídios dolosos, mais as mortes intencionais provocadas de forma violenta, nós tivemos um decréscimo de 14,36%”, afirmou José Maria Nóbrega.
Segundo o especialista, no entanto, o cenário era diferente nos crimes contra o patrimônio.
“Tem alguns problemas no que tange aos crimes patrimoniais, sobretudo em roubo e furto de veículos. No comparativo 2024-2025, teve um crescimento na ordem de 15,5%. Então, os grandes desafios que nós temos aí na segurança pública da Paraíba é justamente conseguir diminuir os crimes patrimoniais, sobretudo os crimes de roubos de veículos, que houve um salto, como eu falei, de 15,5%. Melhorar também os assaltos e roubos atraseantes”, disse.
Ainda de acordo com José Maria Nóbrega, a redução dos homicídios veio acompanhada de outros desafios colocados para o governo.
“No entanto, crime patrimonial, tráfico, brigas entre facções, guerras entre facções criminosas e migração interna terminam sendo aí os grandes desafios a serem enfrentados pela segurança pública da Paraíba”, completou.
A atuação de organizações criminosas também levou a operações de grande porte das forças de segurança. Uma das operações em questão desarticulou parte do esquema financeiro do Comando Vermelho que atuava na Paraíba. Mais de R$ 125 milhões foram bloqueados.
O principal alvo foi Flávio de Lima Moteiro, conhecido como “Fatoka”, apontado nas investigações como chefe de uma célula do Comando Vermelho no estado.
De acordo com as investigações, mesmo foragido no Rio de Janeiro, ele continuava dando ordens para crimes cometidos na Paraíba, especialmente em Cabedelo.
Em uma operação realizada em 2025, 17 pessoas eram alvos de mandados de prisão. Seis foram presas em flagrante depois que um policial foi baleado durante a ação, e outra pessoa foi presa em flagrante por tráfico.
Escândalo do Hospital Padre Zé
Escândalo do Hospital Padre Zé – Foto: Divulgação.
A gestão João Azevêdo também enfrentou um dos episódios de maior repercussão política do segundo mandato com as investigações envolvendo o Hospital Padre Zé.
O estado mantém convênios com diferentes instituições, incluindo entidades de longa permanência, organizações que atendem idosos, pessoas autistas e instituições voltadas à proteção dos direitos das mulheres. Nesse contexto, dois nomes ligados ao governo apareceram nas investigações do caso.
O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, relatou episódios envolvendo supostas entregas de R$ 50 mil a Tibério Limeira e R$ 70 mil a Pollyana Werton. No caso de Tibério, os recursos teriam sido entregues a um motorista. A ex-tesoureira do hospital, Amanda Duarte, também denunciada, teria fotografado uma caixa onde estaria o dinheiro e enviado a imagem por aplicativo de mensagens ao padre Egídio.
O Ministério Público também encontrou anotações atribuídas a Amanda sobre os repasses. Em outra conversa, Egídio de Carvalho e Janine Dantas trataram sobre uma quantia que seria destinada a Pollyana Werton.
A secretária Pollyana Werton afirmou, à época, que não teve acesso à denúncia e que sempre se portou de forma correta. Também disse estar à disposição para colaborar com as investigações. Tibério Limeira afirmou, à época, que os documentos da denúncia não eram confiáveis e poderiam ter sido manipulados. Ele também se colocou à disposição do Ministério Público.
A denúncia investigava um suposto esquema de pagamento de propina por empresas que forneciam produtos às instituições e itens para o hospital e refeições para o programa Prato Cheio. A denúncia apontava que Tibério Limeira teria recebido R$ 50 mil e Poliano Werton cerca de R$ 70 mil.
Em maio de 2026, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) recebeu denúncia do Gaeco e tornou réus dois ex-secretários, além do padre Egpídio de Carvalho, em processo relacionado ao esquema no Hospital Padre Zé.
O direito de defesa e a tentativa de CPI
Uma das principais críticas da oposição era a decisão de não exonerar os secretários mesmo após a investigação se tornar pública. João defendeu que os envolvidos tivessem direito à defesa e explicou o entendimento dele sobre o andamento do processo.
“É preciso que se dê a todo mundo o direito de defesa. Como é que acontece o processo? Existe uma delação? Ou existe uma denúncia? O Ministério Público investiga, junta um material, encaminha para a Justiça, a Justiça recebe aquele material, determina se vai arquivar ou se vai abrir um processo. A partir da abertura do processo é que começa a abrir a possibilidade das pessoas citadas apresentarem as suas defesas”, afirmou.
João também falou sobre as etapas seguintes do processo. Ele disse que alguns “ritos” precisam ser respeitados, inclusive o direito ao contraditório e a ampla defesa.
“Depois de apresentar as defesas, esse processo irá para um julgamento, que ainda terão as diversas instâncias que poderão ser recorridas. Ao final do processo, se chega uma coisa transitada e julgada, aí sim, ou há uma inocência ou há uma culpabilidade. A partir daí, você pode dizer que aquele cidadão, ele é culpado ou não é culpado”, disse.
Na Assembleia Legislativa, a oposição tentou instalar uma CPI para investigar o caso. Em dezembro de 2023, foram reunidas as 12 assinaturas exigidas pelo Regimento Interno da Casa.
Segundo George Moraes, porém, um dos parlamentares retirou a assinatura após pressão da base governista, levando à negativa da Mesa Diretora. O deputado entrou individualmente com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça da Paraíba. Por 14 votos a 11, o Tribunal manteve a não instalação da CPI.
“Não me curvei, ajuizei individualmente um recurso especial para o Superior Tribunal de Justiça, que ainda se encontra pendente de julgamento. Cenas para um próximo capítulo”, afirmou George Moraes.
Obras e a Ponte do Futuro
Ponte do Futuro – Foto: Reprodução/Arquivo.
No segundo mandato, João Azevêdo também concentrou parte de sua atuação em obras de infraestrutura que, segundo o próprio governador, eram discutidas havia décadas.
“Nós estamos fazendo obras que passaram décadas só na promessa. Eu até digo que tem algumas delas que têm até virado lenda na Paraíba. E o maior exemplo disso é a Ponte do Futuro”, afirmou.
O complexo rodoviário Ponte do Futuro prevê a ligação entre Cabedelo, Santa Rita e Lucena. A obra, cuja autorização da licitação foi assinada pelo governador, tem investimento previsto de R$ 500 milhões e expectativa de conclusão no último trimestre de 2026.
“Ninguém acreditava que um dia a ponte que liga Cabedelo, Lucena e faz todo um complexo rodoviário, um complexo de mobilidade urbana, passando também por Santa Rita, fosse virar realidade. E hoje é a realidade que a gente vai entregar no final desse ano”, disse.
A expectativa é que o complexo facilite o acesso ao Porto de Cabedelo e contribua para o turismo no Litoral Norte. A mobilidade urbana na Região Metropolitana de João Pessoa também esteve entre os principais projetos do segundo mandato.
Outra obra prevista para 2026 foi o Arco Metropolitano, com a proposta de interligar diretamente as rodovias BR-101 e BR-230 por meio da construção de dois viadutos. O investimento inicialmente estimado ultrapassava R$ 200 milhões.
“O estado está construindo, de Ponto do Futuro, o Arco Metropolitano, um programa que envolve mais de R$ 5,5 bilhões de investimentos só em logística de transporte”, afirmou.
Na área de recursos hídricos, o governador destacou a construção de duas adutoras.
“Nós vivemos numa região do semiárido. Paraíba está fazendo duas adutoras que somadas dão 780 quilômetros de extensão. 780 quilômetros de extensão de tubo. Daqui para Cajadeira tem 500 quilômetros. É você ir lá e voltar quase à Campina Grande”, disse.
O fim do governo
Ao fazer um balanço do período, João Azevêdo reconheceu os avanços obtidos durante os anos de governo, mas também destacou a permanência de desafios.
“A gente sabe, tem a plena consciência de que o nosso Estado avançou muito. Avançou muito. Mas a gente também sabe que não está tudo resolvido. Existem desafios a se enfrentar”, afirmou.
O governador também citou o cenário internacional e a necessidade de manter a Paraíba preparada para mudanças econômicas e políticas.
“A gente continua com grandes desafios. A gente continua, inclusive, nós estamos num mundo volátil que a gente precisa estar sempre atento e posicionando bem o nosso estado para que ele continue crescendo, para que ele continue melhorando a vida das pessoas que aqui moram, da vida dos paraibanos”, disse.
João Azevêdo encerrou o mandato em 2 de abril de 2026, quando renunciou ao cargo para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições daquele ano. Lucas Ribeiro assumiu o mandato em seu lugar.
Onde ouvir o podcast
Além do Spotify, é possível ouvir o primeiro episódio da série “Governadores: A História do Executivo Na Paraíba“, pelo Deezer e também pelo Google Podcasts.
Foi parte importante do projeto do Cedoc da Rede Paraíba de Comunicação, com o levantamento de arquivos históricos sobre o governador.
O Jornal da Paraíba, em cada episódio, traz a história dos governos em edições especiais em texto.






