Sem categoria

Suspeitos de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro são alvos de operação da Ficco, na PB

CBN Paraíba

CBN Paraíba

CBN Paraíba

Suspeitos de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro são alvos de operação da Ficco, na PB.

Foto: Divulgação

Sete mandados de prisão preventiva e 11 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na manhã desta quinta-feira (26), na Paraíba, durante a Operação Themis, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). O objetivo da ação é desarticular uma célula de organização criminosa com forte atuação no estado da Paraíba. O grupo era dedicado ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro, sendo comandado de dentro do sistema prisional.

A investigação teve início após a análise de um aparelho de telefone celular apreendido em uma unidade prisional do estado, o que permitiu identificar uma estrutura criminosa hierarquizada, com divisão de tarefas, que continuava a realizar crimes mesmo com o “líder” preso.

Os mandados foram expedidos pela 5ª Vara Regionalizada de Garantias do Tribunal de Justiça da Paraíba.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas nas cidades de Patos e João Pessoa, inclusive em estabelecimentos do sistema penitenciário paraibano. A ação visa descapitalizar a facção, colher novas provas e interromper a comunicação entre os membros da organização.

A Ficco-PB é composta pela Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba, tendo como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado no sertão paraibano.

Compartilhe

Anterior
Pacientes continuam com sequelas na visão após 40 dias de mutirão oftalmológico em Campina Grande
Próximo
Após passar um ano analisando mandado de segurança, TJ deixa no arquivo CPI do Padre Zé
Veja também
Após passar um ano analisando mandado de segurança, TJ deixa no arquivo CPI do Padre Zé
Pacientes continuam com sequelas na visão após 40 dias de mutirão oftalmológico em Campina Grande