Pedro e Diogo Cunha Lima. (Divulgação)
O pré-candidato a vice-governador na chapa de Cícero Lucena (MDB), Diogo Cunha Lima (PSD), concedeu sua primeira entrevista após o anúncio oficial da pré-candidatura. Na Rádio CBN, o empresário afirmou que defender as bandeiras do seu irmão, Pedro Cunha Lima (PSD, será um caminho natural.
Pedro era um dos nomes mais cotados para estar ao lado de Cícero na chapa majoritária. Mesmo depois de ter anunciado que não disputaria nenhum cargo público, o ex-deputado sinalizou que poderia aceitar o convite. Em um evento que oficializou seu apoio à pré-candidatura do ex-prefeito de João Pessoa, ele disse que o vice “pode ser Pedro, como também pode ser Romero”.
No fim das contas, nenhum dos dois assumiu o posto, e Diogo Cunha Lima foi o escolhido como o nome de Campina Grande na chapa do MDB. Mas a atuação de Pedro ainda deve influenciar na primeira disputa da carreira política do irmão.
“A bandeira da educação, que Pedro carrega, é inevitável que eu carregue também. A gente aprendeu isso com a nossa avó Glória. Carregar as bandeiras de Pedro vai ser um caminho natural para mim. Irei, com muito gosto, levantar essa bandeira”, disse Diogo Cunha Lima na CBN.
Diogo se declarou de centro-direita
Diferente do irmão, que tenta fugir da polarização e não adotar o rótulo de alguma ideologia, Diogo Cunha Lima se definiu como uma pessoa de centro-direita. No entanto, o pré-candidato a vice afirmou que enxerga pontos positivos em todos os eixos políticos.
“Eu sou mais de centro-direita, é meu pensamento político. Mas eu tenho dificuldade de acreditar que esses rótulos definem o ser humano. Tem muitos entendimentos da esquerda que conversam comigo. O 100% é muito arriscado. Essa polarização não é salutar”, completou Diogo.
Texto: Gabriel Abdon
