Big techs nas eleições: quando o algoritmo vira protagonista da disputa”

Por Lauriston Pinheiro

A eleição acabou, mas a ressaca das urnas ainda ecoa nos tribunais. A campanha de Lula acusa a Meta de tratamento desigual: contas suspensas, alcance reduzido e até a IA da empresa se recusando a gerar imagens com o nome do presidente. Do outro lado, a campanha de Flávio Bolsonaro também reclama de manipulação. A ONU entrou no debate, o TSE proibiu a Meta de restringir conteúdo de forma desigual e Lula já fala em regular as plataformas. No Mercado em Movimento de hoje, a gente analisa o que esse braço de ferro entre big techs, campanhas e Justiça Eleitoral significa para o futuro da democracia brasileira, e para o mercado de tecnologia.

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