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Douglas Santos e Matheus Cunha deixam Copa “em alta” e podem seguir na Seleção

CBN Paraíba

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O sonho do hexacampeonato acabou antes do esperado. A derrota para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 colocou fim à campanha da Seleção Brasileira, que agora chega a 28 anos sem conquistar o principal título do futebol mundial.


					Douglas Santos e Matheus Cunha deixam Copa “em alta” e podem seguir na Seleção

Matheus Cunha e Douglas Santos reprensetam a Paraíba na Copa do Mundo 2026.

(Arte: ChatGPT)

Apesar da frustração pela saída precoce, alguns jogadores deixaram o torneio com a confiança em alta. Entre eles estão os paraibanos Douglas Santos e Matheus Cunha, que aproveitaram bem as oportunidades recebidas e tiveram atuações consistentes ao longo da competição.

Matheus Cunha é o maior artilheiro paraibano em Copas

Matheus Cunha foi titular durante toda a campanha e terminou a Copa como um dos principais destaques da equipe. Vestindo a camisa 9, o atacante marcou três gols no Mundial, dois na vitória sobre o Haiti e um diante da Escócia, ainda na fase de grupos.


					Douglas Santos e Matheus Cunha deixam Copa “em alta” e podem seguir na Seleção

Matheus Cunha comemora gol na Copa.

(Foto: Amanda Perobelli/Reuters)

Além dos gols, Cunha chamou atenção pela movimentação em campo. Mesmo escalado como centroavante, o paraibano recuava constantemente para participar da construção das jogadas, atuando muitas vezes como um articulador da equipe.

Nas oitavas de final, contra a Noruega, foi dele a jogada que resultou no pênalti para o Brasil ainda no primeiro tempo, desperdiçado por Bruno Guimarães. No total, foram cinco partidas no torneio, atuando 293 minutos.

Douglas Santos: do arroz com feijão a titular absoluto

Quem também encerrou a Copa valorizado foi Douglas Santos. O lateral-esquerdo chegou ao torneio cercado por desconfiança e disputando posição com Alex Sandro, mas rapidamente conquistou a confiança de Carlo Ancelotti.


					Douglas Santos e Matheus Cunha deixam Copa “em alta” e podem seguir na Seleção

Douglas Santos é o lateral-esquerdo titular da seleção brasileira.

(Foto: Robert Cianflone/Getty Images)

O lateral do Zenit foi titular em todos os jogos da Seleção na Copa e teve atuações seguras, principalmente no sistema defensivo, sem comprometer durante a campanha. Suas estatísticas falam por si, foram cinco jogos com 442 minutos em campo.

Qual o futuro da dupla na Seleção?

Mesmo com a despedida precoce da Copa, a tendência é que os dois paraibanos permaneçam no radar da comissão técnica de Carlo Ancelotti para os próximos compromissos do Brasil nas datas FIFA.

A Seleção volta a campo em setembro para dois amistosos contra a Austrália, ambos em território australiano. O primeiro duelo será no dia 25, em Townsville, enquanto o segundo acontece quatro dias depois, em Brisbane.

Para Douglas Santos, o bom desempenho em uma posição que há anos carece de nomes consolidados pode ser suficiente para garantir presença nas próximas convocações. Aos 32 anos, o lateral ainda tem boas chances de disputar os amistosos e também as Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2030, previstas para começarem no segundo semestre de 2027.


					Douglas Santos e Matheus Cunha deixam Copa “em alta” e podem seguir na Seleção

Douglas Santos na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo.

(Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

Já uma participação no Mundial de 2030 dependerá da condição física do jogador. Na competição, Douglas teria 36 anos, idade considerada elevada para uma posição que exige grande intensidade e desgaste físico.

O cenário é ainda mais favorável para Matheus Cunha. Aos 27 anos, o atacante saiu fortalecido da Copa do Mundo após marcar três gols e exercer um papel tático importante dentro da equipe de Carlo Ancelotti.


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Matheus Cunha comemora gol com sua pose característica.

(Foto: Mauro Pimental/AFP)

Vivendo um momento de protagonismo no Manchester United, onde veste a camisa 10, o paraibano ainda tem margem para evoluir e desponta como uma das peças principais da renovação da Seleção Brasileira.

Mantendo o desempenho apresentado no Mundial, a tendência é que esteja presente nas próximas competições da equipe nacional.

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