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Mais da metade dos bairros de Campina Grande está com alto risco para infestação de Aedes aegypti

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					Mais da metade dos bairros de Campina Grande está com alto risco para infestação de Aedes aegypti

Mais da metade dos bairros de Campina Grande está com alto risco para infestação de Aedes aegypti – Foto: Divulgação.

Mais da metade dos bairros de Campina Grande, 33 localidades, foi classificada como de alto risco para a proliferação do Aedes aegypti, segundo levantamento da Secretaria Municipal de Saúde divulgado nesta segunda-feira (27).

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Do total de bairros da cidade, os maiores índices foram registrados nos bairros Malvinas (9,4%), Velame (9,1%), Palmeira Imperial (9,1%) e o bairro das Cidades (9,1%). Por outro lado, os menores índices foram nos bairros José Pinheiro, Mirante, Monte Castelo e Ronaldo Cunha Lima, com 1,6%, mas ainda assim esse número é classificado como médio risco.

A Vigilância Ambiental da cidade afirmou que os bairros com índices mais elevados já estão recebendo uma maior atenção no enfrentamento a proliferação do mosquito. As ações incluem vistorias diárias, eliminação de criadouros e orientação à população, realizadas por agentes de combate a endemias e pela equipe de educação em saúde.

Um outro dado do levantamento foi o índice de infestação de aedes aegypti em residências de Campina Grande, que  chegou a 4,7%, De acordo com a prefeitura, esse número é considerado de alto risco para a proliferação de dengue, zika e chikungunya.

O nível de risco é definido a partir do Índice de Infestação Predial (IIP), que indica a porcentagem de imóveis com larvas do mosquito Aedes aegypti em relação ao total vistoriado. São considerados de baixo risco os índices abaixo de 1,0%; de médio risco, entre 1,0% e 3,9%; e de alto risco, aqueles iguais ou acima de 4,0%.

Esse levantamento, denominado de “Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026”, levou em conta dados coletados entre os dias 23 e 27 de março, em inspeção de 9.130 imóveis, em 63 bairros da cidade.

Conforme a Secretária de Saúde de Campina Grande, esses números já eram esperados devido ao período chuvoso, que favorece o acúmulo de água e a formação de criadouros do mosquito.

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