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Médicas são agredidas no Trauminha de Mangabeira; uma delas está grávida

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					Médicas são agredidas no Trauminha de Mangabeira; uma delas está grávida

Foto: Secom-JP

Duas médicas que atuam no Complexo Hospitalar Governador Tarcísio de Miranda Burity, o Trauminha de Mangabeira, foram agredidas na noite do domingo (17) por uma acompanhante de uma das pacientes da unidade de saúde. 

Segundo as informações obtidas pelo Jornal da Paraíba, uma das médicas está grávida. As agressões iniciaram após a acompanhante da paciente exigir a realização de um exame de ultrassonografia fora do fluxo de atendimento do hospital. 

Em meio à discussão, uma profissional foi agredida e a colega de trabalho, ao tentar defendê-la, também foi vítima de violência. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde. 

 “Ao serem orientadas sobre os critérios de atendimento da unidade, as profissionais foram agredidas fisicamente”, explicou a secretária municipal de saúde em nota à imprensa.

A Guarda Municipal e a Polícia Militar foram acionadas para o local. 

A Guarda Municipal busca identificar a agressora por meio de imagens do circuito interno de monitoramento. Um boletim de ocorrência foi registrado pelas médicas na Polícia Civil, que deve investigar o caso. 

Prefeitura diz que vai intensificar segurança no Hospital 

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania, anunciou que irá intensificar a segurança no Trauminha.

Entre as medidas anunciadas estão: a ampliação da quantidade de botões de pânico nas áreas assistenciais; a instalação de novas câmeras de segurança para monitoramento externo do hospital; implantação de uma base fixa da Guarda Municipal e contratação de uma equipe externa de segurança.

Conselho Regional e Sindicato acompanham o caso 

O CRM lamentou o episódio e disse que, com o Conselho Federal de Medicina (CFM)”não vão permitir que a escalada de violência continue”.

Já o Sindicato dos Médicos da Paraíba (SIMED-PB) também lamentou o caso, afirmou que acompanha o caso e pediu imagens do circuito de monitoramento.

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