Presidente estadual do PDT, Marcos Ribeiro. Reprodução
O PDT da Paraíba confirmou que mantém, oficialmente, diálogo com o governador do Estado, Lucas Ribeiro (PP), e passou a defender publicamente a inclusão da vice-presidente estadual da legenda e suplente de deputada estadual, Rafaela Camaraense, na chapa majoritária das eleições de 2026.
Em entrevista à Rádio CBN Paraíba, o presidente estadual do partido, Marcos Ribeiro, confirmou que a indicação tem sido objeto de conversas com o chefe do Poder Executivo e defendeu um nome feminino para integrar a chapa.
Segundo Marcos Ribeiro, a defesa do nome de Rafaela não é apenas uma intenção interna do PDT, mas faz parte das discussões sobre a composição da futura chapa. “Existe sim. E existe publicamente a nossa indicação com o partido”, afirmou.
A movimentação ocorre no momento em que aliados do governo começam a discutir a composição da chapa e os critérios para a escolha de vice.
Na avaliação do dirigente estadual, Rafaela reúne experiência administrativa, formação jurídica e trajetória política que, na avaliação da legenda, agregariam à chapa, além de ser mulher.
“Ela é uma pessoa séria, honrada, uma pessoa com sensibilidade trabalhadora É uma sinalização de que a mulher precisa ser prestigiada tendo autonomia, destaque e preparo”, disse.
Base tem outras opções
Além de Rafaela Camaraense, também são lembrados para compor a chapa nomes.
Entre as opções estão o deputado estadual Luciano Cartaxo (PT) e o deputado federal Ruy Carneiro (Podemos). Outro tido como mais “forte” dentro do grupo, porém, é o do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos).
Embora as definições sobre a composição da chapa ainda estejam distantes e dependam dessas negociações, a manifestação do PDT deixa claro que a legenda pretende ocupar espaço com o argumento de que uma mulher precisa ocupar a chapa, composta atualmente somente por homens.
Além de Lucas Ribeiro como pré-candidato à reeleição, integram a chapa governista o ex-prefeto de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos) e o ex-governador João Azevêdo (PSB).

