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Preocupação com corrupção dobra no Nordeste e chega a 18%, aponta Genial/Quaest

CBN Paraíba

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					Preocupação com corrupção dobra no Nordeste e chega a 18%, aponta Genial/Quaest

Combate à corrupção; ação da Polícia Federal.

(Divulgação)

A violência segue como a principal preocupação dos nordestinos, segundo a mais recente pesquisa Genial/Quaest, mas a percepção sobre corrupção dobrou em dois meses e já chega a 18% na região. O crescimento aconteceu na comparação com o mês de fevereiro.

O levantamento mostra que 34% dos entrevistados ainda apontam a segurança pública como o maior problema do país, mantendo o tema na liderança isolada. Em fevereiro, o número era de 35%,

Dados obtidos pelo Jornal da Paraíba, da amostra regional, mostram que o índice saltou de 9% para 18% em dois meses no Nordeste, colocando o tema entre os principais pontos de atenção da população.


				
					Preocupação com corrupção dobra no Nordeste e chega a 18%, aponta Genial/Quaest

Dados da pesquisa Genial Quaest.

Reprodução Quaest

Com isso, a corrupção passa a disputar espaço com outras áreas tradicionalmente relevantes. As questões sociais aparecem com 15%, seguidas pela saúde, com 14%. Já a economia registra 8%, indicando queda em relação à rodada anterior, quando tinha 12%.

Educação (5%) e outros temas (6%) seguem com menor peso entre as preocupações na região.

O cenário revela uma mudança importante no padrão de percepção dos nordestinos. Se, por um lado, a violência continua como principal problema, refletindo a sensação de insegurança e a presença do crime organizado nas cidades, por outro, cresce a atenção em relação à corrupção e à gestão dos recursos públicos.

No comparativo nacional, a violência também lidera em todas as regiões, mas com maior intensidade no Nordeste. Já a preocupação com a corrupção aparece de forma mais equilibrada entre as regiões, chegando a 21% no Centro-Oeste/Norte.

Dados técnicos

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 10 e 13 de abril, com 2.004 entrevistas presenciais em domicílios em todo o país. O levantamento ouviu brasileiros com 16 anos ou mais, A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Os dados foram ponderados com base em informações do TSE, PNAD e Censo do IBGE.

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