Trabalhadores com carteira assinada que utilizam motocicleta no exercício da função passam a ter direito a um adicional de 30% no salário por periculosidade. A medida reconhece o risco enfrentado diariamente por profissionais como motoboys e entregadores no trânsito, mas também levanta dúvidas. Quem realmente tem direito ao benefício? Como as empresas devem se adequar? E o que muda na prática para trabalhadores e empregadores? Para esclarecer esses pontos, a gente conversa agora com a advogada trabalhista Marcela Espínola.
Quedas são principal causa de atendimento no Trauma de João Pessoa; crianças de 0 a 12 anos somam centenas de entradas por mês
Pediatra alerta para riscos do andador, uso de equipamentos de proteção e supervisão adequada em…




