Trabalhadores com carteira assinada que utilizam motocicleta no exercício da função passam a ter direito a um adicional de 30% no salário por periculosidade. A medida reconhece o risco enfrentado diariamente por profissionais como motoboys e entregadores no trânsito, mas também levanta dúvidas. Quem realmente tem direito ao benefício? Como as empresas devem se adequar? E o que muda na prática para trabalhadores e empregadores? Para esclarecer esses pontos, a gente conversa agora com a advogada trabalhista Marcela Espínola.
Paraíba reúne órgãos de trânsito para discutir desafios e transformações do setor
João Pessoa e Cabedelo sediam, durante 2 dias, a Arena AND Nordeste 2026, evento que…




